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  • Foto do escritorLara

TOCANDO O BARCO

Somos todos viajores do imenso rio da vida.



Encontrei-me esses dias com uma amiga que não via há algum tempo, e ao perguntar como ela estava, como ia a vida, ela me responde: vou tocando o barco.

A resposta dela me fez refletir.

Existem pessoas que são sempre um pouco (ou muito) negativas sobre tudo, vêem o pior lado de qualquer situação, e, sempre que perguntamos como estão respondem dessa forma: tô indo, tá daquele jeito, vou tocando o barco...

Mas essa expressão "tocando o barco", me fez refletir que a vida é realmente isso. Nós estamos sempre tocando o barco no imenso rio da vida. Como nós tocamos o nosso barco é o que realmente importa.

Somos espíritos em evolução, reencarnando diversas vezes nesse planeta, somos viajores desse maravilhoso rio da vida.

Há aqueles que seguem viagem em grandes navios, outros em iates luxuosos, alguns seguem em barcos a motor, outros ainda em canoas a remo, em caiaques, em pequeninos barcos e ainda há aqueles que seguem em diminutas jangadas. Mas a viagem, a existência material, segue sempre atendendo a necessidade momentânea de cada viajor.

Todos os viajores atravessam os mesmos riscos e perigos, todos são capazes de ver as belezas do caminho, todos enfrentam em alguns pontos da jornada a ventania, as águas revoltas, as tempestades. Existem momentos em que os viajores se encontram e seguem juntos por um período, e outros momentos que seguem só.

Existem viajores que procuram sempre a serenidade e o equilíbrio interior para a grande viagem, e outros que estão sempre a reclamar de tudo e de todos. Há os que estão sempre prontos a auxiliar àqueles que sofrem alguns percalços no caminho, e ainda há aqueles que contribuem ativamente para o percalço de alguns ou de muitos, por imprudência ou ignorância.

Esse é o fluxo da vida. Vamos sempre tocando nosso barco, seja ele qual for.

Precisamos aprender a tocar bem o nosso barco. Para isso é necessário estarmos sempre trabalhando, servindo, sermos perseverantes na compreensão da vida e em nosso aprimoramento próprio.

Para tocarmos bem o nosso barco precisamos compreender que devemos fazer a nossa parte bem feita. Precisamos entender que, se temos o direito de estarmos no barco, também temos a obrigação de bem conduzí-lo, em qualquer circunstância que nos encontremos, seja em águas calmas ou tempestuosas.

"A vida é amor divino a estender-se incansável." - Chico Xavier pelo espírito Emmanuel

Quando nosso barco está a balançar pelos ventos da tempestade, mantenhamos nosso foco mental na Divina Lei do Amor que nos permite avançar com inteligência, harmonia, equilíbrio e bondade. E assim levaremos nosso barquinho de volta para o porto seguro que é os braços do Pai.

Sigamos, em qualquer que seja o barco em que estivermos nesse momento, com a certeza de que o Pai sempre controla o rio em que navegamos.




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