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  • Foto do escritorLara

TRISTEZA

Ela incomoda ou acomoda?


Existem alguns momentos em nossas vidas que nos deixam realmente tristes, não é?

Algum acontecimento inesperado, uma discussão que fere, uma doença que se manifesta, a dificuldade financeira, a desencarnação de um ente querido… são exemplos de situações que nos tiram o equilíbrio, que nos deixam tristes.

É natural o ser humano ser visitado pela tristeza.

Mas fiquei aqui pensando com "meus botões", como diria a minha avó, e percebi que há dois tipos de tristeza: aquela que nos incomoda e aquela que nos acomoda.

A tristeza que nos incomoda é aquela que faz com que nos movamos na direção contrária a ela, ou seja, é aquela que serve para nossa evolução. Esse tipo de tristeza faz com que queiramos sair da situação de incômodo momentâneo que vivemos para uma situação melhor e mais confortável, fisica ou emocionalmente. E esse movimento de querer sair da situação de tristeza nos impulsiona, mesmo sem percebermos, para o trabalho de nossa melhoria intima. E quando trabalhamos a disposição de melhorar e o desejo de crescimento, damos um passo em direção a nossa ascensão espiritual.

Por outro lado, a tristeza que nos acomoda é, como bem disse Chico Xavier, a tristeza destrutiva.

"Tristeza destrutiva - que se traja de luto, por dentro do coração, todos os dias, espalhando desânimo e pessimismo onde passa." - Chico Xavier pelo espírito Emmanuel

É preciso nos afastarmos e nos imunizarmos contra esse tipo de tristeza, pois essa tristeza é uma doença da alma.

Todas as vezes que colocamos o foco em nossos problemas, que ficamos comentando com todos que cruzam nosso caminho sobre as mazelas de nossa vida, sobre as nossas dificuldades e dissabores, exagerando e dramatizando cada situação por nós vivida, estamos somente tomando o tempo das pessoas, recordando sofrimentos que, por vezes, nem fazem mais parte de nossa vida, mas ficamos tão apegados a eles que não os deixamos ir embora de nosso campo mental, e com isso ficamos desagradáveis no trato com as pessoas.

Quando nos colocamos na posição de "lamentadores" da vida, lembrando a todos de nossa convivência, sempre que possível, os desacordos, as brigas, discussões e mágoas, acabamos por afastar as pessoas que, naturalmente, preferem a distância a ficar escutando lamúrias e mais lamúrias, frustrações e queixas, aversões e antagonismos, repetidamente.

Lógico que aqueles que nos tem apreço sincero estão sempre prontos a nos ajudar quando nós nos decidirmos a acabar com as lamentações e, enfim, mudar nossa vibração mental, passando de "vitima" para artífice da própria existência.

Nenhum de nós quer ficar dentro dos espinheiros da vida, então, precisamos mudar nossa atitude diante dos desafios que enfrentamos, quaisquer que sejam eles.

O começo é parar com as reclamações, queixumes, lamúrias e trabalhar para superar as situações de tristeza e desconforto.

Mudar nosso padrão vibratório energético é essencial, só assim, saindo da vibração da tristeza e entrando em uma vibração energética de calma, ânimo e otimismo, é que conseguiremos forças para continuar a caminhada.



Saindo da tristeza que acomoda


Oferecermos bondade, carinho, amor, paz, otimismo e perdão melhora nosso campo mental. Mas essa atitude deve ser verdadeira, Não pode ser superficial. É preciso vontade para mudar.

Todos nós precisamos uns dos outros no caminho evolutivo. É assim que o Pai planejou. Os mais adiantados hoje ajudam os mais atrasados. Se hoje eu preciso de ajuda e apoio, amanhã sou eu quem irei ajudar e apoiar.

Então peçamos ao Pai, além de proteção e bençãos, que nos conceda a necessária coragem para silenciar os desapontamentos, desgosto, lágrimas e qualquer problema que nos visite, para doarmos o melhor de nós para servir sempre como instrumento de paz, alegria, concórdia, segurança e consolo.



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